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Além da motosserra (Hulq, F-99)

19/08/2019 - Por marco lorenzzo cunali ripoli
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(Artigo publicado na Revista Plant Project)

 

Em todo o mundo, estamos acompanhando muitos dos recursos naturais, como as florestas, vem gradualmente diminuindo, sendo que alguns ambientalistas de palanque dizem até que podem chegar a sua extinção... o que a meu ver é um absurdo.  A humanidade, consumidora destes recursos naturais, já compreende os riscos existente e tomam suas precauções visando reduzir a destruição da natureza.

 

Com a silvicultura, pretende-se proteger, desenvolver e propagar as florestas, a fim de proporcionar sustentabilidade e a continuidade dos recursos florestais para todo o ecossistema.  Os bolsões de florestas são necessários para satisfazer um inúmeras necessidades do planeta, da fauna, flora e dos seres humanos: a madeira, oxigênio, recreação etc.  

 

Como em diversos países do mundo a população vem aumentando rapidamente e as demanda por recursos florestais também.  Enquanto estamos contemplando estas necessidades, uma série de melhorias estão em rota, como a redução de perdas de qualidade e quantidade, o aumento da produtividade, a diminuição dos custos de produção, a preservação condições ambientais fazem necessárias para postergar a utilização das florestas.

 

Um dilema, que muitas vezes ocorre, entre métodos tradicionais e tendência tecnológica é a sustentabilidade da cadeia da madeira, por meio de operações padronizadas, silvicultura ambientalmente correta.

 

Com as tecnologias desenvolvidas estamos modificamos os comportamentos, expectativas e padrão de vida da população.  Com a mecanização se busca reduzir a carga de trabalho do trabalhador, reduzir os custos do processo de produção, maximizar a produtividade e, inclusive, proteger o ecossistema.  Desenvolvimentos nos processos de colheita, processamento, transporte e no modo de produto de madeira afetam as exigências de como gerir o ambiente florestal. Novas tendências nas tecnologias de produção de madeira podem levar a novas restrições ou oportunidades.  

 

Em função da constante demanda de reduzir o mal uso e redução de recursos naturais renováveis faz com que profissionais do setor de pesquisa e engenharia trabalhem num plano abrangente e de interação, onde novos conceitos de planejamento e gerenciamento de ecossistemas, planejamento funcional e hierárquico tem refletido em bons resultados.

 

O Agro nao para!

 

Marco Lorenzzo Cunali Ripoli, Ph.D. é Engenheiro Agrônomo e Mestre em Máquinas Agrícolas pela ESALQ-USP e Doutor em Energia na Agricultura pela UNESP, executivo, disruptor, multiempreendedor, inovador e mentor. Proprietário da BIOENERGY Consultoria e investidor em empresas.  Acesse www.marcoripoli.com

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