Debates ADEALQ

Espaço aberto para exposição de temas e opiniões de egressos em assuntos de interesse de nossa comunidade

ESALQ ou EEASLQ?

Histórico:

Uma primeira proposta de criação de nova unidade no Campus da USP em Piracicaba, protocolado 12.1.3416.11.2, foi aprovada originalmente pela Douta Congregação da ESALQ em sua 8a reunião ordinária realizada em 24/10/2013.

Em 15 de maio de 2019, para tratar da reformulação da proposta de nova unidade no campus da USP em Piracicaba, o Prof. Dr. Durval Dourado Neto, Diretor da ESALQ, nomeou uma Comissão composta pelos seguintes docentes:

Presidente: José Vicente Caixeta Filho (LES)

Vice-Presidente: Lilian Amorim (LFN)

Membros:
Carlos José Caetano Bacha (LES)
Luis Eduardo Aranha Camargo (LFN)
Marcos Milan (LEB)
Mirian Rumenos Piedade Bacchi (LES)
Sônia Maria de Stefano Piedade (LCE)

Apresentamos a seguir o documento resultante dos trabalhos da Comissão e algumas reflexões e ponderações por parte de membros do Departamento e da Sociedade.

Queremos ouvir sua opinião:

1) A principal justificativa apresentada pelos defensores da criação da dita EEASLQ é a aprovação de um plano em 2013. Seria o contexto e conteúdo da proposta de 2013 validos ainda na realidade de 2019 ?

2) Seria a criação de uma Escola de Economia, Administração e Sociologia no Campus de Piracicaba a melhor forma de investir recursos públicos para melhoria do ensino?

3) Como isso afeta a formação dos profissionais nos cursos profissionalizantes e de licenciatura na ESALQ?

O debate precisa sair da clausura da Academia e ouvir os profissionais atuantes e a sociedade que financia e demanda qualidade de Ensino, Pesquisa e Extensão !

Informe-se e opine!
Anexos do debate:

Sua opinião:
Envie aqui sua opiniao/proposta à Diretoria da ESALQ e ADEALQ

Comentários:
0 0 CARLOS OTÁVIO LOURENÇO JORGE - 16/08/2019 14:41
Concordar com isso é jogar no lixo toda a força da tradição e a fortíssima imagem de competência de ensino e pesquisa associada ao nome ESALQ. Discordo enfaticamente.
0 1 FLORINDO ORSI JUNIOR - 06/08/2019 21:40
Sou formado na ESALQ na turma 79, sempre trabalhando na área de pesquisa com produtos fitossanitários em empresas privadas. Atualmente estou na UPL do Brasil S.A., uma empresa indiana, na coordenação de estudos oficiais de eficácia e resíduos para o registro de novos produtos. Entrevistei e indiquei vários colegas de nossa querida escola, porém atualmente estamos perdendo nesta área para outras instituições. Nossos colegas não estão saindo com a formação adequada na área de fitossanidade. Se num passado ainda recente tivemos formandos com uma boa formação eclética e bem diferenciada das demais escolas, não estamos tendo mais isto. A pulverização com novos cursos está transformando a ESALQ em escola comum onde se o estudante não tiver um interesse pleno em algum seguimento oferecido, não se diferenciará mais no mercado. A transformação do Departamento de Economia, Administração e Sociologia em novo curso autônomo dentro da USP estará trazendo grande prejuízo na formação dos futuros colegas engenheiros agrônomos que se interessarem por este setor. Será oferecido a estes alunos, disciplinas básicas de forma muito superficial, não dando a formação adequada para que prossigam ou se interessem por esta área, tirando assim a oportunidade de trabalho em mais este setor. Este filme já foi visto antes onde a prioridade na formação ficará para os alunos que fazem o curso específico. A USP e a ESALQ hoje mal têm recursos para se manter e atender a demanda de ensino e pesquisa na atual situação do Brasil. Haja visto a não reposição dos inúmeros professores que se aposentaram. Tenho acompanhado isto com muita tristeza nas áreas de fitotecnia e fitossanidade onde até a pouco tempo desenvolvia pesquisas com diversos mestres dentro destes departamentos. Não consigo mais pois não houve substituição destes pesquisadores com novas contratações. Não acredito que no Departamento de Economia, Administração e Sociologia a realidade seja diferente. Desta forma, teremos simplesmente mais acadêmicos se formando, com menos recurso disponibilizado e, por conseguinte, menor condição de adentrar no mercado de trabalho com a devida qualificação necessária. Vamos nos tornando uma escola comum como as demais faculdades de Engenharia Agronômica, sem nenhum diferencial mais a oferecer. Portanto, a ESALQ hoje precisa muito mais fortalecer os cursos existentes que já temos do que dividir os poucos recursos que não temos, com a criação de novas faculdades, comprometendo ainda mais uma formação qualificada dos futuros profissionais tão necessários ao nosso país, principalmente na área agronômica, setor fundamental na sustentação e crescimento da economia brasileira. Atenciosamente, Florindo Orsi Junior.
0 0 CARINA MIWAKO ICHIDA - 06/08/2019 18:29
Alterar um acrônimo que remete a uma instuição centenária e respeitada para uma sigla de difícil memorização? É desconsiderar a história da nossa ESALQ, toda a trajetória percorrida para consolidar tal identidade.
0 4 ELISETE A. RASERA - 03/08/2019 18:18
Não há o que inventar. A Gloriosa é única e sempre será.
0 1 ELISETE A. RASERA - 03/08/2019 18:18
Não há o que inventar. A Gloriosa é única e sempre será.
0 1 ELISETE A. RASERA - 03/08/2019 18:18
Não há o que inventar. A Gloriosa é única e sempre será.
0 4 VICTOR ABOU NEHMI FILHO - 02/08/2019 11:51
Sou ex-aluno da turma F-79 e contratei pelo menos uma centena de agrônomos, a grande maioria esalqueanos, ao longo dos últimos 40 anos. Participei ou participo, como sócio ou fundador, de empresas como Cica, FNP Informa, Carvic Agropecuária, Projeto Pungo Andongo (Angola), Usina Vale do Ivaí açúcar e Etanol, Varanda Grill, Sparta Fundos de Investimentos, Yessinergy do Brasil, Papumba Academy, Saires Robots, etc. Resolvi enviar-lhe minha proposta construtiva sobre o tema da eventual transformação do Depto de Sociologia/Administração da ESALQ em uma nova faculdade, por achar que há alternativas melhores do ponto de vista de formação profissional dos agrônomos. Os fatos mostram que, nos últimos 10 anos, houve uma significativa piora na formação dos agrônomos. Tanto é que nesse período nenhum candidato da agronomia passou da primeira fase de nossos processos de seleção, que se concentram em avaliar conhecimentos de Excell, redação, capacidade de solução de problemas de lógica matemática simples, entre outras habilidades. Atualmente, participo de empresas que empregam 6 agrônomos (3 da ESALQ), 1 cientista de alimentos da ESALQ, 26 engenheiros (15 do ITA e da Poli), 31 veterinários e NENHUM economomista. Trabalhamos em diversas áreas de agregação de valor e prestação de serviços ao agronegócio, tais como biotecnologia voltada a suplementação animal, suplementos nutricionais para humanos, fundos de investimentos em commodities agrícolas, agroindustria sucroalcooleira, desenvolvimento de robôs de negociação de commodities e ativos financeiros, etc. No cenário que vislumbro para o futuro, as competências puramente técnicas serão gradualmente substituídas por softwares de inteligência artificial e, a medida que a população mundial está parando de crescer, a própria produção de commodities deixará de ser estratégicamente importante. Ou seja, o engenheiro agrônomo dos próximos 10 a 30 anos valerá pela sua capacidade de solucionar problemas multidisciplinares, o que é característico dos engenheiros. Mesmo os cientistas mais valorizados serão aqueles com capacidade de pensar multidisciplinarmente. E não os especialistas. Associo a piora da formação dos agrônomos da ESALQ com o movimento de mudanças comportamentais, pela qual os alunos passaram nos últimos 20 anos. O trote e a vida nas repúblicas tradicionais passou a ser combatido e os alunos passaram a morar sozinhos ou em repúblicas de estudantes do mesmo ano. Talvez tenham ganho civilizatoriamente, pois reconhecidamente havia trotes degradantes e exagerados, mas perderam muito em termos de network com veteranos, ex-moradores das repúblicas, que poderiam lhes oferecer estágios precoces e uma visão da profissão mais realista, do que a se obtém convivendo apenas com colegas de turma e professores. Fiz estágio em todas as férias, durante o curso de Agronomia, desde o primeiro ano, graças aos ex-moradores da república Jacarepaguá, onde morei. A convivência com os veteranos, durante os estágios, me mostrou que as habilidades técnicas eram apenas uma parte do dia a dia dos agrônomos. E, pior, não era a mais importante, pois o processo decisório, nas fazendas e empresas em que estagiei, era feito em bases econômicas e não técnicas. Motivo pelo qual procurei fazer o maior número possível de matérias da área de Sociologia/Administração. Hoje vejo os estudantes preocupados apenas com a formação técnica e com viagens internacionais, sem nenhuma preocupação com estágios durante o curso e com o desenvolvimento de capacidades administrativas. Sem as quais o exercício da profissão será bastante limitado. Dessa forma, acredito que, melhor do que transformar o Depto de Sociologia/Administração em uma nova faculdade, o melhor seria colocar os alunos, logo no primeiro ano do curso, em contato com profissionais veteranos, que lhes pudessem transmitir suas experiências profissionais e os desafios que enfrentaram. Imagino algo parecido com uma matéria chamada Carreira Profissional, onde metade das aulas fosse dada por agrônomos veteranos que enveredaram por diversas carreiras, contando como seria a grade curricular que escolheriam, se pudessem voltar a ESALQ novamente. E a outra metade das aulas seria dada por um professor da ESALQ, que discutiria com os alunos as melhores grades curriculares para cada tipo de carreira, possível de ser seguida por um agrônomo. Da minha parte, tenho certeza que o fato de ter cursado um grande número de matérias do Depto de Sociologia/Administração meu deu ferramentas importantíssimas para o desempenho profissional. Se eu pudesse aconselhar aos alunos atuais, recomendaria máxima concentração nas matérias do departamento. Acredito que a agregação de valor e as inovações no agronegócio serão a tônica das próximas décadas e serão realizadas por engenheiros com habilidades de gestão administrativa. De preferência agrônomos,florestais, zootecnistas e veterinários. Ou seja, infelizmente, não acredito que essa tarefa será realizada por economistas, administradores ou sociólogos. Atenciosamente, Eng. Agrônomo Victor Abou Nehmi Filho F-79
0 2 SAMUEL CAVALHERI DAL PORTO - 02/08/2019 11:47
Sou contra o desmembramento dessa parte importante da nossa querida ESALQ. Juntos somos mais fortes e completos, espero que a douta Congregação e nosso diretor ouçam a voz dos esalqueanos, alunos, professores (em sua maioria) e ex-alunos. A principal motivação parece ser político - financeira.
0 1 LINO RICARDO RIOS FURIA - 31/07/2019 22:43
Ter um terceiro curso de economia na usp? Agora ter um curso amplo com uma visão integrada do agronegocio so tem um. 2 Criar um novo feudo, o.mundo busca alianças empresas se fundem e a ESALQ castelinhos de ego.
0 2 JOHANN WILHELM REICHENBACH - 31/07/2019 12:56
Precisamos manter uma boa formação dos Engenheiros Agronomos da ESALQ, manter o foco no preparo de profissionais com conhecimento multidiciplinar e pronto para atender às demandas e necessidades do campo, da produção e da eficiencia. Para as demandas profissionais mais especificas, as especializações temos que apoiar e manter os cursos de pós graduação e de doutorado. A ESALQ tem como missão primeira, formar excelentes Engenheiros Agrônomos e neste sentido, abrir novas unidades não se faz necessario. Querendo o profissional se especializar, já temos os cursos disponiveis em cada Departamento. ,
0 1 LUIZ JUN FUJINAWA - 31/07/2019 11:23
Com a nova criação só vai gerar mais custos, enfraquece a instituição, pois estaria segregando o ensino, e com isso haveria um menor aprendizado e menor competência no mercado. Deveria se preocupar em criar mais grades de disciplinas, para a melhor formação do profissional no mercado de hoje.
0 1 ELAINE MENDONCA BERNARDES - 31/07/2019 10:32
Fiz minha pós-graduação na Economia e presenciei boa parte do extraordinário crescimento do departamento. Embora a ideia da criação de nova unidade não me agrade, penso que é preciso refletir mais sobre o assunto. Sem desmerecer outros departamentos, o fato é que o LES sempre esteve entre os mais dinâmicos da Esalq. Como docente da Unesp há quase 25 anos, tenho, entretanto, que ressaltar que há muito a Esalq não tem atendido a demanda de engenheiros agrônomos interessados em Economia. Tenho, atualmente, um único ex- aluno no doutorado da Economia na Esalq, mas é um dos pouquíssimos agrônomos aceitos no departamento nos últimos anos. Assim, conhecendo as dificuldades dos jovens que se interessam por Economia para seguir nessa importante área, penso que é preciso haver um debate mais amplo. Seria ingênuo imaginar que, simplesmente pelo fato de continuar na mesma unidade, o espaço de agrônomos permaneceria. Talvez, de fato, seja necessária uma separação, na qual aqueles que se interessam pela economia agrícola e gestão de empresa rural permaneçam na Esalq e os outros, que entendam que há mais espaço em outras áreas e que estão estrangulados pela estrutura da unidade, formassem uma unidade pequena e, por isso, mais ágil. Só assim haveria esperanças de que o espaço para jovens agrônomos na área de Economia e gestão de empresas agropecuárias e agroindustriais possa atender à demanda sufocada e manter a qualidade dos engenheiros agrônomos da própria Esalq sem dificultar o desenvolvimento das novas áreas que surgiram no LES.
0 3 IVAN CHAVES DE SOUSA - 31/07/2019 10:31
Tenha uma dívida de gratidão imensa com a ESALQ e, especificamente, com o Departamento de Economia e Sociologia Rural. Graças à complementação do curso de engenharia agronômica com um mestrado em economia agrária, ambos realizados na Luiz de Queiroz, obtive capacidade e competência que me possibilitou trabalhar no agronegócio praticamente durante toda minha carreira profissional. Na condição de consultor voltado a esse segmento, detinha a vantagem de atuar como economista, mas sem jamais perder de vista as nuances da produção agrícola. Repito: sou extremamente grato pela formação que a ESALQ me concedeu e que me permitiu desempenhar bem (perdoem-me pela ausência de modéstia) a minha profissão. Desejo sim, com meu modesto exemplo, realçar a importância da não fragmentação da ESALQ, mas, pelo contrário, manter o que nossa Gloriosa possui em termos de vantagem competitiva: a integração entre os seus diversos departamentos, possibilitando aos seus alunos uma visão multidisciplinar que lhes assegurará alavancar a sua performance profissional. Em tempo: além deste aspecto ressaltado por mim, há inúmeros outros pontos já muito bem comentados por colegas demonstrando que à ESALQ seriam acarretados muito mais prejuízos do que benefícios na hipótese de que essa proposição for colocada em prática. Assim, sintetizo minha posição: sou absolutamente contra a criação de (mais) uma Nova Unidade de Ensino no campus da Luiz de Queiroz.
0 2 PAULA DA COSTA GARCIA - 31/07/2019 09:54
Infelizmente não tenho acompanhado de perto todas as implicações por não estar mais ligada à ESALQ, contudo o modelo proposto já existe na Cidade Universitária e é conhecido por todos os que já tiveram contato com a estrutura dos demais Campi da Universidade de São Paulo. E por ter experimentado essa estrutura compartimentalizada, é que questiono a criação de uma nova unidade na ESALQ. Em primeiro lugar, é evidente que montar uma nova diretoria e todos os n cargos e departamentos que surgirão com ela deve onerar consideravelmente a folha de pagamento da USP, que já não tem balanços muito positivos há anos. O discurso de que não haverá prejuízos ao ensino é frágil, e tomo como exemplo a fragmentação das equipes de pesquisa na área de alimentos nos campi da capital. É possível encontrar pesquisadores que investigam exatamente a mesma área no Instituto de Química, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e na Escola Politécnica, separados por toda uma burocracia de estarem em institutos de ensino (IES) diferentes, mesmo dentro do mesmo campus, a poucos metros de distância umas das outras, no chamado Conjunto das Químicas. Essa divisão é tão ineficiente que foi necessário iniciar um projeto de "unificação" dos grupos de pesquisa em alimentos, o chamado FoRC (Food Research Center), reunindo pesquisadores dos três IESs, para aumentar as colaborações entre eles e tornar os projetos mais multidisciplinares. Nossa Escola possui uma bela tradição de unidade, que faz muito sentido hoje, quando se pensa em multidisciplinaridade na formação dos diferentes profissionais que ela coloca no mercado. Para mim, essa divisão é voltar à década de 1970, departamentalizando e burocratizando o que deveria ser unificado e eficiente para as demandas do mundo atual. É um retrocesso... e um retrocesso caro.
0 2 CLAUDIO VARELLA BRUNA - 31/07/2019 09:37
Há uma coisa que nos faz grandes. É poder atuar em todas as áreas, ao Esalqueano sempre foi oferecido o conhecimento amplo, não seccionado, não sectário. Há outra coisa que nos faz maiores que os outros. A paixão pela Alma Mater. O desejo de vê-la maior para poder ser maior dentro dela. Aquilo que não dá para explicar para quem nunca esteve lá dentro.
0 0 SAMUEL CAVALHERI DAL PORTO - 31/07/2019 09:23
Qual a vantagem de desmembrar uma parte da ESALQ?
0 1 ALCYON GENESIO MACHADO JUNIOR - 31/07/2019 00:11
Sou engenheiro agrônomo formado na ESALQ em 1979.e atuo há 40 anos na área de Agronegócios. Minha opinião sobre a separação do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), com a respectiva criação da Escola de Economia, Administração e Sociologia no Campus de Piracicaba é de que as justificativas apresentadas em 2013 tem um contexto diferente considerando a realidade atual. Há hoje a urgente necessidade de investimentos na melhoria das condições dos cursos existentes na ESALQ, direcionados ao ensino nas áreas de Ciências Agrárias. Para isso, urge aperfeiçoar as grades curriculares para formar profissionais efetivamente melhor qualificados, competentes e atuantes tanto no ensino, como na pesquisa ou na extensão. Neste momento, é de mais fundamental importância trabalhar a inovação e a agregação de novas tecnologias com o aporte de maiores investimentos do setor público e privado para a ESALQ. Isso proporcionará o desenvolvimento de novas oportunidades de estágios, cursos de graduação, pós-graduação e pesquisas úteis, objetivando facilitar o acesso ao mercado de trabalho. É extremamente importante manter as unidades juntas, visando muito mais a consolidação do que a desagregação. É inegável a importância do CEPEA, da FEALQ, do PECEGE, como entidades de excelência, altamente úteis à sociedade e geradoras de recursos fundamentais para as atividades da ESALQ como um todo, o que representa mais um motivo crucial para não ocorrer essa cisão. É reconhecidamente inestimável a contribuição que sempre tiveram as disciplinas do "LES" na formação acadêmica dos engenheiros agrônomos. Reitero também os depoimentos do Prof. Dr. Roberto Lima e do Prof. Dr. Ruy Caldas, bem como as pertinentes considerações e argumentos de mais de 600 colegas, pesquisadores, extensionistas, entre outros profissionais das mais diversas atividades ligadas às Ciências Agrárias. Portanto, considerando o contexto atual, as necessidades prementes para a visão de futuro e à luz de todos os aspectos apresentados, peço-lhe, caro Diretor e demais responsáveis pela decisão a ser tomada, que reavaliem com muito critério, coerência e bom senso, se realmente faz sentido a criação dessa nova unidade.
0 1 VICTOR ABOU NEHMI FILHO - 29/07/2019 17:37
Sou agrônomo da turma F79. A maior parte da minha vida profissional me dediquei a área de agregação de valor e prestação de serviços ao agronegócio. Fundei ou fui sócio de empresas como Sparta (fundos de Investimentos), FNP Informa (consultoria), Yessinergy (biotecnologia na nutrição animal), Pungo Andongo (produção de farinhas em Angola), Carvic Agropecuária (fazendas SP e BA), Usina Vale do Ivaí (açúcar e etanol), Saires (robots de negociação em bolsas) etc. Nessa jornada, contei com o apoio de mais de uma centena de agrônomos esalqueanos. Atualmente, na nossa equipe de trabalho ainda contamos com 6 agrônomos (eu incluso), 14 engenheiros (Poli e ITA na Sparta), 11 engenheiros na YES, 4 engenheiros (do ITA na Saires), 1 cientista de alimentos esalqueana (chefe do P&D da YES) e NENHUM economista. Isso é uma demonstração que a agregação de valor e a prestação de serviços é realizada, preponderantemente, por engenheiros. Gostaria de ter contratado mais agrônomos, mas nos últimos 10 anos nenhum passou do primeiro estágio dos processos seletivos. Falharam em conhecimentos de redação, Excell avançado e noções básicas de administração. A população mundial já está parando de crescer de forma que produzir commodities deixará, rapidamente, de ser estratégico ou admirável. O caminho para um país como o Brasil, que é líder em produção de commodities, será a agregação de valor aos seus produtos. Os agrônomos, por sua formação multidisciplinar, seriam candidatos ideais para dominarem todo o movimento de agregação de valor sobre as commodities agrícolas, que já começou e vai durar pelos próximos 30 a 50 anos. No entanto, para que possam se habilitar a trabalhar com agregação de valor sobre produtos agropecuários é preciso ter noções básicas de marketing e administração de empresas. Da mesma forma, as relações de trabalho estão mudando rapidamente, sendo que os empregos tradicionais tendem a escassear de forma dramática, sendo substituídos por empresas prestadoras de serviços. Aí, novamente, os agrônomos poderão ser bastante competitivos se tiverem noções básicas de marketing e gestão de empresas. Por fim, a revolução tecnológica, com uma profusão de startups, muitas das quais sendo gestadas na ESALQ, dependem de pessoas que tenham conhecimentos razoáveis de marketing e gestão empresarial. Ainda pretendo fundar algumas empresas mais antes de me aposentar e vou precisar do apoio de muitos engenheiros. O ideal é que uma parte deles pudesse ser de agrônomos, por sua multifuncionalidade, tão necessária neste período de transformações. No entanto, eles precisam ter uma formação mais sofisticada na área de marketing e gestão. Ou seja, precisam ser mais gestores e menos técnicos. Os chineses costumam dizer que onde há crise, há oportunidades. No meu modo de ver, muitas oportunidades de alta remuneração surgirão para engenheiros com formação multidisciplinar e conhecimentos em gestão, como os agrônomos. Só não entendo como separar essa área da formação dos agrônomos vai ajudá-los.
0 0 FELIPE FONTES ALIOTTE - 29/07/2019 14:42
Separa o departamento de economia da ESALQ é montar só mais uma faculdade de Economia, não vejo ganho algum.
0 0 PEDRO ROBERTO FURLANI - 29/07/2019 13:24
Antes de qualquer ampliação de departamentos deveria revitalizar as disciplinas do Curso de Agronomia que estão fadados a desaparecer como a Nutrição Mineral de Plantas e Fisiologia Vegetal. Isso parece decisão orquestrada a exemplo do que está ocorrendo com a Pesquisa da Secretaria de Agricultura de SP, exemplos IAC, IB, Zootecnia e outros Institutos...
0 1 FLÁVIA FERREIRA MEGDA - 29/07/2019 09:44
Os argumentos não convencem... perdem a visão sistêmica... compartimentalizam o conhecimento, criam-se ilhas... Gera-se mais custos... lamentável a proposta...
0 1 TÉRSSIO ROGER ANGELELLI RAMALHO - 29/07/2019 09:14
Muitos devem ser os motivos para criação de nova unidade. Pra mim seria uma fragmentação e tendo isso que seja criado com outro nome e seja totalmente independente. Por outro lado deverá se manter curso de economia, administração etc dentro do campus para os alunos das academias lá inseridas. As justificativas apresentadas pelos professores que são contrários a separação, na minha opinião, são mais sólidas que os professores que argumentaram a favor da separação, durante a entrevista no ESALQast.
0 3 MAURICIO LEMOS MENDES DA SILVA - 26/07/2019 17:27
Caro Professor Dr. Durval Dourado Netto, Sou ex- aluno da ESALQ, formado em agronomia em 1979. Desde que me formei atuei em empresas de consultoria de projetos e mercados agrícolas, entre elas, fui sócio e principal executivo da Informa FNP, inicialmente uma empresa nacional, fundada por esalqueanos, e atualmente uma empresa ligada a uma das maiores multinacionais de informação. Na Informa, mas não só lá, contratei mais de uma centenas de agrônomos, além de engenheiros florestais, engenheiros agrícolas, economistas, geógrafos. Os engenheiros agrônomos que entrevistei e/ou contratei vieram das mais diversas escolas de agronomia, mas principalmente da ESALQ. Entre os motivos da escolha pelos alunos da ESALQ, meu conhecimento da escola, mas principalmente pelo maior conhecimento apresentado das matérias ligadas à administração, economia, projetos, etc. Nao que fossem perfeitos, pois tenho críticas à ESALQ no ensino nessa área, pois faltam melhor preparo em gestão, marketing, área comercial etc. No entanto, mesmo assim, os egressos da nossa escola são, em geral, melhores que das outras. O CEPEA trouxe uma melhoria sensível ao curriculum e à vivencia na área econômica para os alunos. Assim, com essa experiência de quase 40 anos como agrônomo e muitos desses anos chefiando equipes de colegas, gostaria de me manifestar totalmente contrário à criação de nova unidade/faculdade na ESALQ. Entendo que essa iniciativa, se consolidada, irá enfraquecer a formação dos futuros agrônomos e engenheiros florestais. Nós agrônomos, de uma forma geral, somos muito bem preparados para produzir, mas nem tanto para sermos bons gestores. A ESALQ tem como missão prover profissionais de ciências agrárias cada vez mais capazes de enfrentar os desafios do Agronegócio do presente e do futuro e só conseguirá cumprir essa missão se fortalecer os pilares de formação educacional e prática de seus alunos. Portanto, peço meu caro diretor que interceda no sentido da NÃO criação de um a nova faculdade dentro da ESALQ. Atenciosamente, Engenheiro Agrônomo Mauricio Lemos Mendes da Silva F79
0 1 MARCELO LUIZ MARINO SANTOS - 23/07/2019 22:55
O curso de engenharia agronômica deveria ser modernizado, atualizado e não dividido. A formação do departamento de economia agrega a formação do engenheiro agrônomo e vice e versa. Não faz sentido dividir a não ser por interesse financeiro e/ou ego.
0 0 BRUNO DAMAZO - 23/07/2019 19:46
Só pra lembrar aos "Esalqueanos" que Luiz de Queiroz é com "Z".
0 1 MIGUEL ANGELO MANIERO - 23/07/2019 12:20
Após acompanhar os comentários feitos nesse espaço criado pela ADEALQ para se discutir a viabilidade ou não de uma nova unidade de Economia, Administração e Sociologia no campus "Luiz de Queiroz", acredito que chegou o momento de sabermos o interesse dos docentes e funcionários do atual Departamento de Economia e Sociologia Rural da ESALQ de se transferirem ou não para a nova unidade. O professor Roberto Lima, prefeito do campus e docente do Departamento de Economia e Sociologia Rural, juntamente com o Diretor da ESALQ professor Durval Dourado Neto poderiam assumir a tarefa de solicitar uma definição por escrito dos docentes e funcionários do departamento em continuar no Departamento de Economia e Sociologia Rural da ESALQ. Com esse levantamento ter-se-ia uma ideia da possibilidade da continuidade do Departamento de Economia e Sociologia Rural na ESALQ, como está hoje e também da manutenção da Área de Concentração de Economia Rural junto ao Curso de Engenharia Agronômica. Da mesma forma o Curso de Licenciatura em Agronomia e Biologia continuariam no departamento atual. Desta maneira os docentes que desejarem ir para a nova unidade ficarão livres e se encerra toda a discussão e o do Departamento de Economia e Sociologia Rural da ESALQ continuaria ocupando, como sempre ocupou o primeiro andar do prédio da Engenharia.
0 0 ATUSHI SUGOHARA - 22/07/2019 14:19
Concordo e apoio todos que se posicionaram contra a criação da nova unidade.
0 0 RENATA FURLAN LOPES - 21/07/2019 20:45
Luiz de Queiroz doou a Fazenda para curso de Eng.Agronomica. Vamos manter a Tradição.
0 0 ROGÉRIO ALVES ROCHA - 21/07/2019 17:54
Os investimentos são necessários e devem ser dirigidos para as áreas afins, principalmente áreas de desenvolvimento científico, tecnológico e inovações, que possam agregar valores e conhecimento.
0 2 GEIDE ANTONIO FIGUEIREDO JUNIOR - 21/07/2019 14:16
Uma nova unidade gera mais custos e controle e pode de fato diminuir a integração de estar num mesmo campus.
0 1 PAULO ESPÍNDOLA TRANI - 21/07/2019 03:03
Precisamos de uma instituição de Ensino e Pesquisa que proporcione a seus alunos uma formação holística em Agronomia para entender e atuar nas cadeias produtivas onde entre os principais componentes encontram-se a sociologia e economia , além dos aspectos técnicos em si de produção agrícola.
0 1 PEDRO ALBERTO JORGE FARIA JUNIOR - 20/07/2019 23:17
No momento em que a era digital chega definitivamente ao campo e passa a demandar um perfil muito mais complexo do profissional de Agronomia, o desafio é de juntar forças para modernizar a formação dos alunos, e não de criar um novo curso dentro do campus da ESALQ. A hora é de somar e aproveitar melhor os recursos, e não de dividir e enfraquecer!
0 0 OSCAR FRANCISCO SWENSON PONTES - 20/07/2019 22:54
A Gloriosa ESALQ tem que investir em ciências agrícolas, revigorando cursos de graduação e Pós Graduação, mantendo a excelência e liderança nestas àreas. SOMOS REFERÊNCIA MUNDIAL
0 0 HERBERTE PEREIRA DA SILVA - 20/07/2019 19:25
Discordo da proposta, a nova unidade descaracteriza a instituição e a historia
0 0 EVALDO KAZUSHI TAKIZAWA - 20/07/2019 15:20
A ESALQ como uma "manta" sobre todos os cursos dentro do campus de Piracicaba pode muito bem abrigar o curso de economia como sempre foram os cursos de Eng. Agr. e Eng. Florestal e outras.
0 1 ANA MEIRE COELHO FIGUEIREDO - 19/07/2019 12:43
A quem interessa a criação da nova unidade? Desnecessário repetir o muito que já foi mencionado em termos de custos, legado de Luiz de Queiroz, qualidade, etc. A proposta enfatiza que, quanto ao oferecimento de disciplinas, é necessário conciliar os interesses da nova unidade com os dos cursos que possuem disciplinas oferecidas por docentes do LES. O que acontecerá se, após constituída, a unidade manifestar interesse em não mais oferecer tais disciplinas para os cursos de graduação da ESALQ? Outra questão: No documento 1, informam que as disciplinas serão oferecidas, mas os "docentes da nova unidade participarão das comissões de coordenação dos cursos de graduação da ESALQ". Seria cômico se não fosse trágico. Desejam a separação da ESALQ, mas querem continuar interferindo na sua gestão! A proposta ainda apresenta a criação do curso "Licenciatura em Ciências Agrárias". Definição obtida na web: "Ciências Agrárias- área multidisciplinar de estudos envolvendo campos como Agronomia, Agroecologia, Engenharia Florestal, Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária, Zootecnia, Engenharia Agropecuária, Ciências de Alimentos e Engenharia de Aquicultura, e que visa a busca do aprimoramento técnico, o aumento produtivo e melhorias no manejo e preservação dos recursos naturais." Um verdadeiro "Balaio de Gato"!!! Não consigo entender porque precisamos disso. Mais uma fragmentação da carreira agronômica! Faço votos que a nossa Gloriosa ESALQ não sofra essa separação, que o LES continue a ser um magnífico departamento dentro da Instituição e, principalmente, que os mentores de tão absurda proposta, deixem os EGOS de lado e não se comportem como deuses, com sede de poder.
0 0 ADHEMAR DOS SANTOS - 17/07/2019 14:38
A ESALQ é conhecida em todos os meios rurais no Brasil e na américa Latina. Sua denominação já é um patrimônio. Em hipótese nenhuma poderá ter o seu glorioso nome alterado.
0 1 ALCEU DE SOUZA COELHO FILHO - 17/07/2019 12:01
Chama a ECA de novo!!!
0 0 ALCEU DE SOUZA COELHO FILHO - 17/07/2019 11:55
Do nome da ESALQ não se abre mão...perdem, como de costume, os Engenheiros Agrônomos...nhacadas de todos os lados!
0 0 JORGE FERNANDO FAVARO GOMES - 16/07/2019 17:28
A USP já está com o orçamento prejudicado e esses professores da economia querem criar outra estrutura administrativa dentro do campus, que gera novos cargos e custos para a universidade. Está na hora destes doutos professores agirem economicamente, administrando os recursos escassos. Com relação ao ponto 1, a situação financeira da USP não permite aumento de gastos, especialmente criando essa estrutura que apenas criará novos cargos e provavelmente vai prejudicar a formação inclusive dos economistas, haja vista que uma parte dos professores vão deixar a docência e a pesquisa para se dedicar à burocracia da nova unidade. Ponto 2, a criação de mais estruturas administrativas seguramente não é a melhor forma de aplicar os recursos públicos, especialmente se buscar criar cursos com pouco benefício para a sociedade, como por exemplo, curso de sociologia. Ponto 3, essa nova estrutura segregaria ainda mais as áreas de economia e administração dos cursos de engenharia, o que distanciaria ainda mais esses profissionais dos estudos econômicos e administrativos que é a principal deficiência da formação dos engenheiros; Bugre, F97
0 0 PEDRO TREMACOLDI ROSSI - 16/07/2019 14:55
As justificativas da proposta são, francamente, vergonhosas. É impressionante q cientistas (provavelmente) as tenham feito e achem q se sustentam em pé. "Verifica-se, através dos fatos apresentados em ordem cronológica, que o LES vem, há muito tempo, numa trajetória de crescimento vertical e horizontal, o que torna legítima a proposta deste Departamento em constituir-se em nova unidade da USP". Claro, porque o departmento criou cursos de pós-graduação e "cresceu", nada mais natural q virar uma unidade própria. Não há justificativa material alguma com relação a ganhos aos alunos, presentes e principalmente futuros, do LES. O q mais me espanta é que a questão é puramente econômica (diferenças em incentivos para alunos futuros, acesso à mercado de estudantes com mudança em monopólio, aglomeração, peer effects etc.) e há ZERO análise econômica em uma proposta para criar uma escola de econo (!!!) Até a "perspectiva futura" para o curso faz zero senso. "O foco da pesquisa da nova unidade deverá ser de cunho inovador, voltado para os problemas econômicos, sociais, educacionais e ambientais brasileiros, mormente (mas não exclusivamente) para aqueles que guardam relevantes vínculos à produção de alimentos, à biotecnologia, à bioenergia, à indústria agroalimentar, à dinâmica da agricultura nos processos sociais e educacionais. A nova unidade manterá, portanto, forte vínculo com a ESALQ e todos os seus departamentos, prevalecendo um sistema de estreita cooperação." O único motivo internamente consistente de separação é argumentar q queiram levar os cursos numa direção completamente diferente de agro (o q parece muito improvável, visto q a maioria dos docentes são agrônomos com formação aplicada à ag econ), e q ficando na ESALQ isso seria impossível. Além da obviedade de não querer se submeter à ESALQ por questões mesquinhas de ajuste orçamentário, "poder" e etc., não é claro o que se gostaria de fazer com o LES hoje q, estando dentro da ESALQ, seja impossível.
0 0 FERNANDO RICARDO XAVIER DA SILVEIRA FILHO - 16/07/2019 14:52
Difícil tecer qualquer comentário depois do que o Alexandre Mendonça de Barros, prá mim Dr. Lagarto, explanou com tanta experiência, lucidez e serenidade, fora que, na minha humilde opinião, o momento pelo qual passamos atualmente demanda soma, união, cooperação. O organismo ESALQ precisa de todas as suas células, pernas e braços. Amputar o departamento para formar um novo curso enfraquecerá o organismo, bem como o novo curso, tanto economicamente, quanto tecnicamente, portanto, peço licença para fazer minhas, as suas palavras Dr.Lagarto. Seria um grande equívoco. Sou o Fernando Silveira (Teflon), engenheiro florestal e ex morador da República Mata Burro F(02).
0 0 JÚLIA SILVA MOROSINI - 16/07/2019 13:56
Um verdadeiro disparate. A ESALQ é muito mais que um campus, é o legado do visionário Luiz de Queiroz cujo sonho era perpetuar o ensino em ciências agrárias. A excelência que conquistamos é devida à unificação de esforços em diferentes ÁREAS! Dividir a Escola serve apenas ao interesse dos poucos envolvidos...que triste saber que alguns Esalqueanos (se) governam pelos próprios interesses, sem respeitar o passado e sem pensar no amanhã da nossa Gloriosa.
0 0 MARCIO LADEIRA CECCANTINI - 16/07/2019 09:39
Neste mundo complexo, onde as especializações parecem prevalecer, a visão global me parece um excelente diferencial. Se a USP considera necessario um curso de EAS na regiao de Piracicaba, pode cria-lo a parte. Por outro lado, a ESALQ deveria manter seu departamento de EAS a fim de bem desenvolver a educação e a ciência nestas areas sem perder a finalidade agropecuaria - tema muito bem apresentado no excelente artigo do Alexandre M. de Barros. A isto quero somar que nos anos 80, tivemos esta discussão sobre a criação de um curso de zootecnia, e amanhã teremos a mesma discussão talvez em mecanica e robotica agricola. Porem vejam que o reconhecimento da ESALQ tambem se faz por departamentos fortes, todos com foco no desenvolvimento da atividade agropecuaria. A divisão tende a enfraquer a instituição, e acho enganaso pensar que uma escola de EAS manterá o mesmo nivel de prioridade na area agricola que um departamento da ESALQ. O debate é importante para a busca da soluções, mas o espirito Esalqueano essencial para melhor colaborar com o desenvolvimento da agropecuaria e sustentabilidade global.
0 1 MAURICIO PALMA NOGUEIRA - 16/07/2019 08:09
Acredito que o Alexandre (Lagarto) foi muito feliz no artigo que escreveu. Além da importância de manter a multidisciplinaridade do departamento, há toda uma questão de custos administrativos e perda de eficiência do retorno para a sociedade com a divisão do departamento. Não acredito que seja uma boa decisão. Os eventuais benefícios serão menores do que as perdas.
0 1 ANDRE JOSEPH LE BOURLEGAT - 16/07/2019 00:34
Um GRANDE ABSURDO. pois o legado deixado por Luiz de Queiroz foi para criação da ESALQ e o estudo das ciências agrarias. A NOSSA GLORIOSA ESALQ construiu sua história de árdua luta de um centenário com a construção das técnicas próprias à nossa agricultura, graças às pesquisas desenvolvidas pelos seus professores e pesquisadores, cujas práticas foram sendo conduzidas por seus ex-alunos. Essa escola alavancou a agricultura atual ao nível técnico invejado por muitos países. A criação de uma Escola de Economia, Administração e Sociologia no Campus da ESALQ não só sai do espírito do fundador Luiz de Queiroz, como desvirtua, totalmente, a essência de nossa GLORIOSA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA de seus objetivos. Essa iniciativa, não só enfraquece a solidez de um notável corpo docente e pesquisadores construído ao longo do tempo, como ajuda a enfraquecer as importantes pesquisas agronômicas, frente a uma divisão de verbas com objetivos divergentes.
0 0 PETER WILLIANS DARIO - 15/07/2019 22:33
Verdadeiro absurdo. Indiquem esalqueanos para a Comissão, no mínimo meio a meio. Mas por favor, esalqueanos de verdade.
0 0 KLAUS JONNY VOLL - 15/07/2019 18:00
Existem muitas escolas com cursos de economia, administração e sociologia para quem se interessar. Matérias referentes a esses assuntos voltados para a área profissional do campo já são oferecidas no ensino regular da ESALQ, o que dispensa a necessidade de criação do departamento pretendido.
0 0 JOSE ERASMO SOARES - 15/07/2019 17:48
Eu sou contra criar essa nova unidade de Economia, Administração e Sociologia com abrangência normal. Hoje a disciplina de Economia está focada ou deveria estar, na área agronômica com as especificidades que a agronomia exige para o agronegócio. Os professores deveriam ser engenheiros agrônomos com especialização em áreas da Economia para melhor orientação dos alunos. A alteração para Unidade de Economia irá com certeza priorizar alunos interessados em administração de empresas de um modo geral. A ESALQ só perderia com essa mudança, tanto em recursos financeiros como no foco do aprendizado. Jose Erasmo Soares EA 69
0 0 MARIA LIZETE BARRETO DE MENEZES BRITO - 15/07/2019 17:43
Sou Maria Lizete Barreto de Menezes Brito, EA-69. No período que estudei na ESALQ (1965-1969) fazíamos o curso básico de Agronomia de 4 anos e no 5º ano escolhíamos uma diversificação que era obrigatória. Entre elas havia a de Economia Rural. Desta forma, hoje, na minha opinião, o estudante que finalizar o curso de Agronomia poderá se especializar em ECONOMIA através de pós-graduação e mesmo um mestrado. Assim, manifesto que NÃO concordo com a criação da Escola de Economia, Administração e Sociologia Luiz de Queiroz.
0 0 ALFREDO PALERMO JUNIOR - 15/07/2019 16:58
Esta proposta me fez relembrar daquela outra proposta de "uma nova e moderna comunicação visual" da ESALQ...
0 0 NANCI SACCHI RODRIGUES - 15/07/2019 14:59
Além de gerar mais custos para a Universidade não foi este o propósito da doação feita feita por Luiz de Queiroz; a doação foi feita com a condição de estudos na área de agricultura; a divisão e não somatória está me parecendo motivo de engrandecimento de ego de algum dos envolvidos. Parem e reflitam!!!A Gloriosa é e sempre será ESALQ!!
0 1 SONIA CARMELA FALCI DECHEN - 15/07/2019 13:33
Alterar o nome ESALQ? Não. Apesar da Importância das disciplinas que serão lecionadas, já existem faculdades em demasia que as oferecem. A Agronomia é o foco da ESALQ. A inserção de outros temas não será benéfica nem à ESALQ e nem à Agronomia
0 0 JOSÉ EDUARDO ABRAMIDES TESTA - 15/07/2019 12:04
Incomentável. Simples.
0 0 XAVIER PIERRE RAYMOND BOUTAUD - 15/07/2019 11:39
Como explicita o resultado e comentários nesta consulta, uma esmagadora maioria recomenda que se enterre de vez esta péssima ideia. É lamentável que ideias como esta consigam evoluir ao ponto em que esta chegou, certamente consumindo muitos recursos, a começar pelo precioso tempo e talento de importantes líderes com outras prioridades. A pergunta que segue é quantos temas desta natureza podem estar transitando no momento? Valeria a pena rever o modelo de governança, talvez, incluindo mecanismos que permitam filtrar com maior eficácia e eficiência? Coloco-me à disposição da ESALQ para colaborar se houvr interesse, pro bono naturalmente
0 0 XAVIER PIERRE RAYMOND BOUTAUD - 15/07/2019 11:39
Como explicita o resultado e comentários nesta consulta, uma esmagadora maioria recomenda que se enterre de vez esta péssima ideia. É lamentável que ideias como esta consigam evoluir ao ponto em que esta chegou, certamente consumindo muitos recursos, a começar pelo precioso tempo e talento de importantes líderes com outras prioridades. A pergunta que segue é quantos temas desta natureza podem estar transitando no momento? Valeria a pena rever o modelo de governança, talvez, incluindo mecanismos que permitam filtrar com maior eficácia e eficiência? Coloco-me à disposição da ESALQ para colaborar se houvr interesse, pro bono naturalmente
0 0 FERNANDO JOSÉ DE CUNTO - 15/07/2019 09:04
Tendo em vista o placar dilatado da consulta, tendo em vista ser a Adealq a representante dos ex-alunos, urge a necessidade da Adealq formatar um comunicado formal repudiando esta exdrúxula iniciativa.
0 0 ANTONIO LEDESMA NETO - 15/07/2019 08:18
O que a ESALQ necessita através de seus diversos departamentos é melhorar a sua interação na área de extensão rural, procurando ficar mais próximo possível da realidade da agropecuária do país nas diversas regiões e ou biomas. Outro ponto interessante seria formar uma base curricular levando-se em conta a formação do profissional - especialização: fitotecnia, solo, zootecnia, administração rural, engenharia rural, sociologia e extensão rural, silvicultura, e etc., o que deveria ocorrer a partir do quarto ano do curso de Engenharia Agronômica.
0 0 SERGIO ZAMBON - 14/07/2019 19:18
A Unidade (ESALQ) vai perder com isso, e a nova Unidade não vai ganhar nada a mais, só vamos aumentar os custos de ADM em um momento que não temos recurso suficiente nem para adiminstrar somente uma. VAi haver disputas por recursos, reconhecimentos, etc.. O que não é bom para todos nós. A ESALQ é UNICA.
0 0 MARIO CAETANO DA SILVA - 14/07/2019 19:04
Pelo amor de Deus, mais Cursos não, nem desdobramentos. Só "ESALQ" e acabou. Se pudesse voltar, só Agronomia, Florestal e Ec.Doméstica, seria o ideal.
0 0 ZUALDO GRADELA JUNIOR - 14/07/2019 13:19
Não podemos desfigurar a Esalq por uma briga de egos, além disso, o custo para a sociedade e o reflexo na formação incompleta dos alunos será muito grande.
0 1 RICARDO PADOVAN NOGUEIRA - 14/07/2019 11:59
Um absurdo total!!! Vamos utilizar como exemplo o departamento de zootecnia da ESALQ. Qual outro profissional de agronomia tem o privilégio de estudar uma das áreas mais importantes do agronegócio brasileiro senão na ESALQ, uma vez que as demais universidades da área agrária têm também sempre os cursos de veterinária e zootecnia nos seus campus, e claramente fazem uma "divisão" de áreas, cada curso defendendo seu espaço. O Agrônomo por formação tem de possuir conhecimento multidisciplinar nas mais diversas áreas, e atualmente mais ainda na área econômica e de gestão. Desta forma, uma "amputação" na formação do agrônomo (pois aqui no Brasil é isso que acontece quando se divide algo) só prejudicaria este profissional, e para a ESALQ não agregaria nada, uma vez que já temos economistas, administradores e sociólogos demais com muitas teorias que na prática não são aplicáveis ou principalmente rentáveis (lembrem-se sempre: nosso sistema é o capitalismo - tem de sobrar renda senão não se viabiliza). Temos sim é que fortalecer este departamento dentro da grade do curso, modernizando com a realidade atualmente encontrada no mercado de trabalho, pois até hoje encontramos nas mais diversas propriedades e empresas da nossa área números financeiros e de gestão econômica e social (a maioria não sabe o custo de seu produto ou seu alcance social) que mostram claramente a lacuna e o potencial que nós agrônomos podemos e devemos atuar nestas áreas.
0 0 ALBANO SILVA DA CONCEIÇÃO - 14/07/2019 00:54
Alem do custo, são cursos de relativa formação e podem prejudicar a formação dos agrônomos futuros
0 0 ADRIANA LUZIA PONTES - 13/07/2019 21:56
Penso q a Esalq tem total capacidade de conseguir recursos e melhorar cada vez mais a qualidade, sem precisar deste tipo de pulverização q vem descaracterizando a escola!!! Nossa tradição é grande e a qualidade indiscutível. Temos q fortalecer o q já existe.
0 0 MANOEL JIMENEZ ORTIZ - 13/07/2019 21:40
Somos Esalq desde sua criação. Temos no nosso DNA a multidisciplinaridade, isso que faz com que os profissionais por ela formados tenham grande sucesso profissional... Não faz nenhum sentido mudar isso!!! Juntos somos mais fortes!!!
0 0 ROBERTO CURY - 13/07/2019 21:09
Apenas vejo desvantagens, a ESAlQ é uma instituição centenária, reconhecida em todo o Brasil, devido à atuação de vários gera
0 0 LUIS ALBERTO MORAES NOVAES - 13/07/2019 19:26
Momento p união e não p divisão. Em meu entendimento, a nova unidade, por ser já parte da existente e do principal curso, a Engenharia Agronômica, enfraqueceria a ESALQ como um todo.
0 1 ROBERTO CURY - 13/07/2019 15:56
O reconhecimento da ESALQ foi conseguido após o trabalho de inúmeras gerações de Professores e Ex Alunos. Em qualquer recanto do Brasil a ESALQ é reconhecida e a aprovação da presente proposta será o inicio da escola pois outras reivindicações de separação virão.
0 0 MARCOS MAMORU FUGIO - 13/07/2019 12:34
É um brexit? Parece que os ganhos não compensa as perdas.
0 0 RODOLFO RICARDO GEISER - 13/07/2019 10:04
Tem de acabar com isso para todo o sempre. Chega de divisão. Enviei MSG completa via email pois não consegui postá-la aqui após duas tentativas....Grato atenção, Rodolfo Geiser
0 0 CID FERREIRA SANCHES - 13/07/2019 09:56
A princípio, olhando apenas na visão de quem está dentro da Universidade, no campus, não parece uma má ideia, pois tendo duas unidades, é uma oportunidade de ter mais recursos e cursos de graduação e pós graduação. Assim como funciona no campus da USP na capital, há possibilidades de interação entre os campus, os alunos podem usar as duas ou mais estruturas e várias outras possibilidades. Porém, olhando como um cidadão, que sustenta a Universidade através de impostos, nesta grave crise que o país passa e os recursos estão cada vez mais escassos, não vejo como um bom momento para isso. Acredito que há inúmeros outros desafios e temas prioritários a pensar na ESALQ, na USP e no sistema tributário estadual, antes de pensar em nova divisão e maior necessidade de recursos. Portanto, minha opinião é engavetar já esta proposta!
0 0 PAULO ESPÍNDOLA TRANI - 13/07/2019 09:28
Infelizmente vai contra os modernos conceitos de agricultura sustentável onde o conhecimento básico sobre economia e sociologia deve caminhar junto com as principais disciplinas agronômica. O Eng. Agrônomo deve para atender o agronegócio, ter uma formação política apenas especializando no último ano da Agronomia. O que deveria ser estudado isso sim é a criação de uma "residência agronomica" nos moldes da Medicina.
0 0 PEDRO JORGE BOTTENE SCHINEIDER - 13/07/2019 09:21
A ESALQ é um legado, uma tradição, uma história que continua sólida e perpetuada por gerações, dividi-la significa interromper a história!!!!Sem fundamento!!!
0 0 FERNANDO YASSUO UTIDA - 13/07/2019 07:08
A ESALQ só está entre as 5 melhores instituições do mundo em ciências agrárias por ser uma unidade somente voltada a ciências agrárias com uma diretoria única (estrutura e comando) e devido as pessoas egressas desta instituição que sentem orgulho em ter pertencido a esta instituição! Se houver uma divisão no Campus de Piracicaba ele será, com o tempo , parecido com o campus Armando Sales de Oliveira! Temos mais de 10.000 egressos e quando há temas polêmicos em relação à ESALQ há uma mobilização geral em direção ao bom senso e as tradições (vide a história do logo da Deusa Ceres "bordô"). Se a criação de um novo curso seja inevitável que se faça um anexo independente como à faculdade de Odontologia ou a EEP.
0 0 LUIZ EDUARDO DOS SANTOS - 12/07/2019 18:11
As observações dos professores Dr. Roberto Lima e Dr. Rui Caldas são extremamente oportunas, devendo ser consideradas, seja no tocante aos reflexos negativos para a ESALQ relativos à parte orçamentária, como de estrutura, tanto funcional como física. E acredito ainda que dois outros pontos são cruciais nessa discussão: o primeiro é que a escola foi criada em uma área doada por Luiz de Souza Queiróz, ao Estado de São Paulo, com o objetivo específico de criação de um Centro de ensino, pesquisa visando o desenvolvimento e divulgação de conhecimentos direcionados, especificamente, à produção agropecuária. Certamente, qualquer decisão em contrário resultaria em questionamentos na esfera jurídica e constitucional que travariam essa decisão, com todos os aspectos negativos à instituição. O segundo aspecto a ser levantado é o prejuízo que esta decisão traria ao pleno exercício profissional aos futuros formandos de todos os cursos da ESALQ, que não teriam em seu currículo base teórica nas áreas de sociologia e economia rural, áreas essas constantes do rol de atribuições legais de exercício do profissional de Engenharia Agronômica. Em razão disso sou veementemente cotra essa proposta!
0 0 ANTONIO CARLOS RODRIGUES DA SILVA - 12/07/2019 14:26
Extremamente importante a criação desse curso. Muitos profissionais foram para o mercado de trabalho onde a demanda exigia maiores conhecimentos nessa área. Parabenizo a escola por mais essa iniciativa e aos colaboradores pela formulação da proposta. Sou da F-67 fiz mestrado em Administração Pública (EBAPE- FGV RJ) fui docente e fico à disposição para colaborar na discussão do papel do Estado e de Políticas públicas.
0 0 LUíS RAMOS DE LIMA - 12/07/2019 13:55
Mais uma infeliz ideia... me parece ser contrária aos ideias que nortearam a criação da Gloriosa!
0 0 GUILHERME TAKAO - 12/07/2019 12:25
Criar uma nova unidade vai descaracterizar o propósito de criação da ESALQ. Estamos entre as melhores instituições de ensino devido ao nosso foco em agronomia e áreas correlatas. Uma nova unidade também aumentaria os gastos administrativos e na atual situação econômica é um absurdo.
0 0 JULIO CESAR ALVES DE LIMA - 12/07/2019 11:08
Pode parecer egoísmo não querer dividir nossa querida gloriosa com outros profissionais de outras áreas que não aquelas voltadas a produção agropecuária. Mas além de estruturas pensadas para tais fins, há também a filosofia e a cultura do homem do campo que deve ser preservada no seio da Esalq.
0 0 RALF UDO DENGLER - 12/07/2019 11:02
Um verdadeiro desparate e uma falta de compromisso com a missão da Escola, que tem Agricultura no seu nome desde seu princípio! Luiz de Queiroz deve estar se revirando no túmulo! Fiquem de olho no Gramadão!!!
0 0 FÁBIO CÂMARA BUENO DE MORAES - 12/07/2019 10:17
Quando me pergunto "A quem interessa a criação de uma nova unidade dentro da ESALQ?" A única resposta que vem à mente é " Interessa APENAS a quem vai administrá-la!!" Exatamente o que acontece em Minas Gerais, com a emancipação de todas as Vilinhas de cidades só para criar uma estrutura parasitária de administração!!!! Chega de criar custos fixos!!!!! Proposta e Ação para melhorar o ensino, deixando-o mais em consonância com o queo mercado de trabalho absorve ninguém enfrenta, mas criar uma estrutura nova de poder para inchar com os apadrinhados todos querem!!!
0 0 LEONARDO RANGEL CARRARO - 12/07/2019 10:17
A ESALQ carrega em seu DNA as Ciências Agrárias. Acredito que seja possível explorar ainda mais esse potencial, mas esse tipo de projeto descaracteriza e deprecia a instituição.
0 0 MÔNICA GARCIA - 12/07/2019 09:19
Momento é de união, e não de divisão. Claramente os custos aumentarão e o pior de tudo, será o enfraquecimento da Esalq. Atitude egoísta, de quem não entende o verdadeiro sentido da ESALQ.
0 0 MARCELO MASSETTO FAIRBANKS - 11/07/2019 17:28
Como se a USP estivesse nadando em recursos financeiros... Essa proposta enfraquece a formação dos agrônomos e não está linhada com os conceitos mais modernos de educação superior, que recomendam abrir horizontes para os formandos, evitando a fragmentação.
0 0 WELLINTON LUIZ COSTA SILVA - 11/07/2019 14:10
"Os professores do LES captaram recursos extraorçamentários de R$ 42 milhões em 2017, o equivalente a cerca de metade do total arrecadado na ESALQ.", trecho da proposta de 01/07/2019. Entre um argumento como o de melhora na eficiência da ESALQ em seus cursos com foco agrícola, como consequência imediata da (implícita) retirada do "peso" dos ramos e cursos relacionados ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia (na lógica de menos é mais), e outro argumento como o da ampliação da atuação pela unidade proposta em temas impactantes nos problemas da sociedade, temas que vão além dos relacionados aos "que guardam relevantes vínculos à produção de alimentos, à biotecnologia, à bioenergia, à indústria agroalimentar...", o que chamou minha atenção mesmo foi o dado de captação de 50% de recursos extraorçamentários pelo Departamento de Economia, Administração e Sociologia, o que sugere capacidade diferenciada e muito superior, pelo menos financeiramente, quando comparado aos outros Departamentos que precisam ter sua captação somada para chegar no mesmo patamar. Além de não ficar claro se há atuamente impedimento do Departamento ampliar seus temas de atuação para além dos relacionados à agricultura, ou se explicitar como outros Departamentos têm sua gestão/atuação/eficiência penalizada pela existência do Departamento de Economia , Administração e Sociologia, tive a impressão que o a "mola-mestre" é o ganho de autonomia para gerir o volume de recursos extraorçamentários captados, tendo autonomia de decisão sobre onde e como aplicá-los. Além dessa impressão, os apontamentos do Prof. Dr. Roberto Lima e as reflexões do Prof. Dr. Ruy Caldas apontam para potenciais prejuízos para ESALQ sem vantagens que os equilibrem ou que signifiquem ganho no fim das contas. Então, quais vantagens concretas pra ESALQ estão na mesa? Por que um índice (IPA) de comparação interna foi listado como justificativa para melhora do reconhecimento nas avaliações externas? Diante das informações até o momento apresentadas, discordo da criação de uma nova unidade, mas gostaria que os argumentos concretos favoráveis à criação da nova unidade fossem aprofundados e debatidos, demonstrando que a atual estrutura é limitante ao pretendido com a criação de uma nova unidade, seja na produção acadêmica, na capacitação de recursos humanos, na solução dos problemas da sociedade...
0 0 RODRIGO XAVIER DA SILVA - 11/07/2019 11:11
Nítida manobra para atender interesses de um pequeno grupo, visando cargos e salários. Atitude que não agrega na missão da ESALQ. Vale a reflexão se fosse uma empresa privada. A criação de maiores custos, pulverização de recursos, etc não sobrevive numa empresa que busca a eficiência.
0 0 MURILO SALA MOREIRA - 11/07/2019 10:16
Estamos sem professores em áreas consideradas críticas para um engenheiro agrônomo...como o depto de produção vegetal...precisamos e devemos focar nossos esforços para contratar novos e bons professores revisitar a grade curricular ao invés de criar uma divisão totalmente desnecessária que só trará custo e pouco ou nenhum benefício...kuzinha F04
0 0 FERNANDO DE MESQUITA SAMPAIO - 10/07/2019 23:09
FOCO! A ESALQ deve ser um polo de excelência em agronomia e áreas correlatas. Diversificar significa pulverizar recursos escassos diminuindo a relevancia de cada área.
0 0 ELIZABETH BILSLAND - 10/07/2019 22:34
O que faz a ESALQ estar entre as 5 melhores do mundo é a diversidade de áreas no curso. O que faz a Economia e Administração boas na ESALQ são o diferencial do Agronegócios. O divórcio só traria perdas para todos os cursos de graduação, além de aumentar os custos administrativos.
0 0 ODAIR MACHADO DA SILVA FILHO - 10/07/2019 22:21
É muito ruim sentir que interesses pessoais, de promocao individual são colocados a frente de um bem maior, que é a instituição. Decidir um assunto dessa relevância, sem debater exaustivamente os ganhos e perdas a instituicao e a sociedade! Separar a ESALQ enfraquece a instituição, aumenta custos! Fora ser desumana a pressão nos docentes para escolherem um lado!!! UM ABSURDO!!!
0 0 VITOR HENRIQUE VAZ MONDO - 10/07/2019 22:15
O momento que passamos demanda ações que permitam a otimização de recursos públicos e a administração conjunta dos departamentos dentro da ESALQ e não de forma segregada permite um quadro e custos administrativos menores. Sempre quando há a divisão de unidades se amplia quadros de gestão, se amplia sobreposição e gastos desnecessários. Ainda, hoje precisamos ainda mais de ações que tragam competências que se complementem, que são transversais e que permitam a atuação ampla do profissional do agronegócio. Essa, ao meu ver, é uma ação na contramão do que vemos na realidade de gestão enfrentada tanto no setor público quanto privado.
0 0 CARLOS ALBERTO BAPTISTA - 10/07/2019 09:31
A Universidade Brasileira não tem verbas para investimentos em prol de um melhor ensino e pesquisa. Criar uma nova unidade nesse momento não faz sentido algum. As verbas direcionadas para essa provável criação de uma nova unidade deve ser direcionada a pesquisa, tecnologia e para a melhoria do ensino.
0 0 ZUALDO GRADELA JUNIOR - 09/07/2019 19:52
Divisões apenas enfraquecem, egos inflados apenas geram prejuízos e os contribuintes não suportam mais isso!!
0 0 RENATA ELISE GAIOTTO SEBASTIANI - 09/07/2019 18:41
Deveriam se preocupar em inovar a grade curricular, trazer novidades e investimentos do setor público e privado para estimular mais estágios pós-graduações e pesquisas aptas para o emprego no mercado de trabalho, com robustez e conteúdo, ao invés de se preocuparem com "mais uma divisão" dentro da Escola. Atualmente , os alunos recém-formados da ESALQ perdem feio para os demais alunos de outras instituições para o mercado. A Esalq parou no tempo! A energia deveria estar sendo empregada em inovação à nossa universidade.
0 0 RICARDO ROVARI - 09/07/2019 16:21
Atitude q não vem a somar e sim dividir!!
0 0 JOSÉ RICARDO PARAISO FERRAZ - 09/07/2019 02:09
Toda instituição ou entidade é movida por um propósito; o projeto em questão tenta descaracterizar o propósito de criação da ESALQ, o que não é razoável; seria alterar o motivo pelo qual nossa escola existe!
0 0 MIGUEL ANGELO MANIERO - 09/07/2019 01:15
Caso essa proposta seja aprovada pela USP haverá uma grande perda de qualidade na formação dos novos agrônomos, pois essa nova escola contribuirá para mais uma pulverização da carreira agronômica. Dos signatários apenas dois são Esalqueanos, o "resto" são professores oriundos de outras escolas e que não tem nenhuma consideração com a Gloriosa ESALQ, mas percebam não abrem mão do nome LUIZ DE QUEIROZ na nova unidade. Muitas turmas, esalqueanos individualmente, e órgãos de classe estão se manifestando contrários a essa proposta de esfacelamento da nossa ESALQ.
0 0 JOÃO MENEZES DE SOUZA NETO - 08/07/2019 23:50
A ESALQ é o que é porque sempre somou conhecimento à nossa Gloriosa Escola e nunca cedeu aos egos de pessoas que não conseguem se lembrar da obra e o legado de um certo senhor chamado Luiz de Queiroz. Vejam o que está acontecendo na Unesp. A criação de novas unidades está levando essa grande universidade ao caos!
0 0 JOÃO MENEZES DE SOUZA NETO - 08/07/2019 23:45
A ESALQ é o que é porque sempre somou conhecimento à nossa Gloriosa Escola e nunca cedeu aos egos de pessoas que não conseguem lembrar da obra e o legado de um certo senhor chamado Luis de Queiroz. Vejam o que está acontecendo na Unesp. A criação de novas unidades está levando essa grande universidade ao caos!
0 0 MARCELO ROMANO TEIXEIRA - 08/07/2019 22:49
Um absurdo, isso vai gerar maior custo para a sociedade...
0 0 JOÃO ATALIBA DE RESENDE NETO - 08/07/2019 21:47
Só para saber quando Luis de Queiroz deixou a área para formação da escola não deixou explicito que era para áreas da agricultura ou coisa assim?